Hoje narro um fato ocorrido comigo na quarta-feira às 8:45h da manhã na estação de ferro em Jundiaí/SP
Ressalvando: até hoje todos os funcionários de metros e trens a qual usei por todos esses anos nunca me maltrataram ou faltaram com o respeito comigo.
Nessa quarta sofri um pre-conceito muito sério na estação de trem de Jundiaí/SP....me deixou profundamente chateado e triste...
Narrando os fatos agora.....
Descendo na estação de trem de Jundiaí não havia funcionário me esperando ....houve uma falha...que às vezes acontece...uma usuária me levou até uma funcionária, pedi que a funcionária me levasse até o banheiro onde fui ajudado por um outro funcionário que estava meio atrapalhado não sabendo como lidar com um deficiente, saindo do banheiro peguei no cotovelo da funcionária avisando que deveria sair da estação pois pegaria o onibus no terminal de onibus que fica em frente da estação...no caminho comentei com ela que o rapaz do banheiro precisava de um treinamento para lidar com os deficientes, pois ele não sabia o que fazer comigo. Ai veio a primeira resposta mal educada dessa moça...."Eu não tenho nada a ver com isso, reclame na direção". Eu disse pra ela que só tinha feito um comentário e nada mais, não estava reclamando...e ela voltou a repetir a mesma frase....que não tinha nada a ver com isso e que se eu quisesse que reclamasse na direção. Vendo tanta falta de educação dessa funcionária...perguntei qual era o nome dela e ela se negou a dar o nome dela ...dizendo que tinha esse direito de não dar seu nome....e se eu quisesse que reclamasse com o chefe, e eu então pedi que ela me levasse até o chefe dela.
Ela me levou até a sala e entrou correndo, saindo de lá o Sr. Diego que se dizia chefe da estação.
Narrei o que havia acontecido e o que havia escutado da moça e então ele me respondeu: " Ela está certa, tem o direito de não dizer seu nome"..ai ele me disse que se eu quisesse reclamar que fosse até a estação da Barra Funda, mas que era em vão, pois não seria atendido por ninguém...eu perguntei se não era na LApa e ele me disse que não que as reclamações eram feitas na Barra Funda.....eu disse a ele que as pessoas que enxergam podem ler os crachas dos funcionários e eu que não enxergo como faço, pois ele também se recusou a dar o nome da moça...então se me acontece alguma coisa, como por ex: um tombo, não posso saber quem me ajuda, pois se negam a me dar seus nomes.
No dia seguinte tive que descer na mesma estação pois estava trabalhando e outro funcionário me ajudou e quando perguntei seu nome ele já respondeu de pronto...agora porque só ela não me deu o nome dela....qual o motivo?????e porque me mandou reclamar com o chefe??? e porque ela teve cobertura dele???
Isso foi PRE CONCEITO comigo....
Vocês que são deficiente em Jundiaí/SP cuidado com a funcionário da estação, pois eu não sei quem ela é...e ela não se responsabiliza por nos encaminhar dentro da estação....isso é um perigo para nós que não exergamos....
Mandei esse relato para a ouvidoria da CPTM.....e gostaria que se alguém trabalha no Ministério público dessa cidade que envie esse meu relato também , para que possamos nos ajudar.....
Ela só se omite para nós que somos cegos....pois quem enxerga pode ler seu nome no cracha....
Fica aqui meu desabafo....o restante foram dias normais, com pessoas normais que me ajudaram.....
Até mais.....
OBS: ...se conherem algum diretor da CPTM de Jundiaí...por favor mandem esse relato para ele....
É lamentavel,que seja dado este tipo de atendimento pra um ser humano,independente de ser
ResponderExcluirdeficiente,quem sabe daqui alguns anos,nós chegaremos a um estágio avançado,em que as pessoas se respeitem mas.
Valda.